EDUCAÇÃO E SOCIEDADE EM REDE

A VIRTUALIZAÇAO DAS RELAÇÕES SOCIAIS

...segurança sem liberdade é escravidão. Liberdade sem segurança é um completo caos...”

Zygmunt Bauman

        A discussão sobre a autenticidade da rede inicia um vasto campo de análises, reflexões e caminhos da apreciação deste tipo de fenômeno sociocultural. São as imagens que de nós partilhamos autênticas? Que dizem de nós? Para abrir a controvérsia do tema em questão, inicia-se pelo próprio significado de autenticidade: propriedade daquilo que se pode atribuir fé, legitimidade; qualidade, condição ou caráter de autêntico; natureza daquilo que é real ou verdadeiro: verídico, puro, genuíno e que não é mentira nem fraude. Um “ser transparente”, sendo que, não há dúvidas de que ser verdadeiro é uma virtude. 

Mas será que podemos ser 100% transparentes nas redes? Já sabendo-se que, de acordo com Lévy e Baudrillard, nossa vivência está cada vez mais submersa nesta Rede, sendo o ciberespaço ou hiperespaço, um prolongamento de nós seres humanos.  

 “...eu afirmaria que essa lógica de redes gera uma determinação social em nível mais alto que a dos interesses sociais específicos expressos por meio das redes: o poder dos fluxos é mais importante que os fluxos do poder. A presença na rede ou a ausência dela e a dinâmica de cada rede em relação às outras são fontes cruciais de dominação e transformação de nossa sociedade: uma sociedade que, portanto, podemos apropriadamente chamar de sociedade em rede, caracterizada pela primazia da morfologia social sobre a ação social...” (CASTELLS, 2021)

 Mas até que ponto essa transparência não seria considerada um excesso? Somos ou poderemos ser transparentes? Onde estaria esse limite? Atualmente, faz-se necessário indagar sobre onde estaria essa fonte de luz que nos torna tão transparentes mesmo sem a nossa concessão. Seria essa fonte, uma iluminação natural ou artificial? Ao nos revelarmos tão transparentes, fazemos isso de maneira consciente ou involuntária? Ao “reagirmos” a tudo e a todos, invariavelmente e quase sem perceber, nos deparamos com um mundo virtual em que deixamos pistas das nossas vulnerabilidades, distraindo-nos, portanto, sobre o nosso legítimo direito à privacidade.

Consequentemente, autenticidade, verdade e transparência remetem para outros dois valores em que, o sociólogo e filósofo, Zygmunt Bauman nos faz rememorar e pensar, com a crescente virtualização das relações sociais, nesse mundo pós-moderno. E, assim, defende que existem dois valores fundamentais que são, definitivamente, imprescindíveis para uma vida com propósito e, relativamente, feliz: segurança e liberdade. Sendo que a ausência desses valores nos impossibilitaria da plenitude de uma vida digna “{...cada vez que você tem mais segurança, você entrega um pouco da sua liberdade e cada vez que você tem mais liberdade, você entrega parte da sua segurança. Não há outra maneira. Então, você ganha algo e você perde algo...}”

Sob o ponto de vista de Bauman, em suas próprias palavras, ele relata que o problema, é que ninguém ainda na história e no planeta, encontrou a “fórmula de ouro”, a mistura perfeita de segurança e liberdade.

Quanto à questão: que somos nós de nós próprios na rede?

Creio serem significativas as considerações do Profº Luís Mauro, Doutor em Ciências Sociais pela PUC-SP (Brasil), em uma amostra de suas palestras, Viver em Sociedade é Sobreviver. Casa do Saber. YouTube. 

“{...sobreviver significa viver em sociedade, mas viver em sociedade também é um esforço para conviver com esse outro... viver com o outro, talvez seja o maior desafio do ser humano...viver com o outro significa em primeiro lugar ter uma abertura para a alteridade, ter uma abertura para aquilo que o outro tem e, essa abertura é muito rara e complexa...estar aberto para o outro significa reconhecer o outro como um eu, uma pessoa que é dotada das mesmas vontades, emoções, razões que você, mas que não é você e, que se considera tão digna de respeito e de compreensão quanto você. Na hora em que nós buscamos entender o outro como sendo um eu mas, que evidentemente, não sou eu, que está além do nosso controle, nós começamos a vislumbrar que é impossível se chegar a um conhecimento absoluto do outro porque para isso eu teria que ser esse outro e, isso é impossível, eu não posso abandonar o fato de que eu sou eu mas ao mesmo tempo eu começo a perceber que esse outro é muito parecido comigo...esse outro também tem as mesmas razões que eu, os mesmos afetos, e a partir daí, eu tenho uma pequena, mas importantíssima, abertura para essa alteridade quando percebo... que esse outro também é uma identidade em construção, muito parecida com a minha, uma identidade que merece o mesmo respeito, a mesma compreensão que eu espero para mim e, é nessa abertura que a gente pode talvez descobrir um universo incrível com o qual eu não sou obrigado a concordar mas que eu preciso pelo menos a aprender a ver que é o universo da alteridade}”.

E, ao refletir sobre alteridade, sendo a qualidade do que é outro ou do que é diferente, concebe-se a interrogação: Quem são e como são verdadeiramente esses outros que encontramos na rede? 

 Sob o ponto de vista do autor André Lemos, em seu livro A Tecnologia é um Vírus (2021), o capítulo “Rede e Utopia”, nos aponta sobre a percepção do que seria sobreviver em uma sociedade em rede e seus impactos nas relações sociais.

Por curiosidade, a origem da palavra “rede” vem do latim retis, do francês antigo réseuil, para designar tramas de fios entrelaçados, concebida inicialmente como algo exterior ao corpo. Sob a ótica de Lemos, ao se falar em rede, evoca-se um pensamento que busca a união apesar das diferenças, de contato, de conexão, que nos leva a conjecturar mundos possíveis (utopia) ao nos dar força para que as mudanças possam ser realizadas. Sabendo-se, é claro, que as mudanças tanto podem ser para o bem, assim como, para o mal. Assim o autor enfatiza que é nossa responsabilidade pensarmos sobre como é usada uma rede social, seja digital ou não.


E, sobre o vídeo fenómeno dos “rapazes chineses” que imitavam estrelas pop internacionais, na rede social YouTube, ao cantar a música I Want It That Way, nos remete a ideia de que ainda podemos ser engraçados, lúdicos, puros, de certa forma, transparentes e que nossa responsabilidade sobre o que é produzido na rede pode ser de partilha, de colaboração, de empatia, de alteridade, de inteligência coletiva.



Segundo, Lévy – que se considera um otimista – fica o convite de que cabe apenas a nós explorar as potencialidades mais positivas deste espaço nos planos econômico, político, cultural e humano.

#virtualização #relaçõessociais #liberdade #segurança #privacidade #ciberespaço #conexão

Referências

CASTELLS, M. (2021) A Sociedade em Rede. RJ: Editora Paz & Terra

 

LEMOS, A. (2021) A Tecnologia é um vírus. Pandemia e Cultura Digital.         Porto Alegre: Editora Sulina


LÉVY, P. (2021) Cibercultura. Editora 34: São Paulo.

BAUMAN, Z. O mundo pós-moderno: a condição do indivíduo. Abril                   2020.

Retirado de URL: https://www.youtube.com/watch?v=V_xuCzHjBEs

Acedido a 09/12/2021

MAURO, Luís. Viver em sociedade é sobreviver. Casa do Saber

Retirado de URL: https://www.youtube.com/watch?v=Ik2Y0SMAQkM

Acedido a 18/12/2021

I Want It That Way. Sung By 2 Chinese Guys. 29/04/2011

Retirado de URL: https://www.youtube.com/watch?v=fD7BuKD2n_Q

Acedido a 07/12/2021

  

A REVOLUÇÃO TECNOLÓGICA: EIXOS DE (DES) ACORDO ENTRE PAUL VIRILIO E JEAN BAUDRILLARD

“Qual é o sentido desta transformação social causada pela revolução tecnológica? A que nos conduz ela? Será mesmo que nos conduz a algum lugar ou não mais é do que uma encruzilhada de caminhos que não levam a lugar nenhum?”

 

Responder à estas questões foi o desafio proposto por esta UC – Sociedade em Rede – à Equipa Alfa, formada pelos Alunos do Mpel´15. A conclusão, a seguir, foi fruto de um debate realizado pelos estudantes ao confrontar entre uma visão tipicamente otimista – representada por Jean Baudrillard e outra pessimista – representada por Paul Virilio.


 


Paul Virilio e Jean Baudrillard foram filósofos contemporâneos que se preocuparam com as questões sociais do Virtual. O fosso geracional entre nós e eles, torna ainda mais extraordinária a atualidade dos seus pensamentos pelos quais se estuda e estudará, procurando compreender este fenómeno de Cibercultura. Para se concluir este grupo de estudo sobre os autores, debruçámo-nos nas respostas às questões-chave.

Para encontrar respostas para a 1ª parte reflexiva da questão 3, analisamos os dois autores em simultâneo. Baudrillard na sua obra, como bem conclui a Ma João, refere-se ao presente e Virilio alerta para o futuro, existindo “espaços temporais (aparentemente) distintos”. No entanto, a Selin refere pertinentemente que estas questões tecnologias são questões do nosso tempo, será então que o futuro de Virilio já chegou e o vivemos presentemente?

 

Como a Ma João refere, Virilio “alerta para a aceleração do real e da realidade, para “um tempo instantâneo”, “um tempo inabitável” e nesse já nós vivemos. Portanto o espaço temporal dos autores é idêntico na era da Sociedade em rede, mas não o seria certamente, na época em que ambos teceram as suas reflexões. Em relação às influências mediáticas, Baudrillard considera que “a cultura de massa produz uma realidade virtual”, a que ele apelida de Hiper-realidade, mas que de facto já não é só produzida pelos média de massa mas construída por todos nós como refere a Ana, à semelhança das redes sociais que hoje utilizamos. Para Virilio (Covas, 2018) " o ciberespaço, um sexto continente, uma colónia virtual para escapar ao mundo plano”, a Ma João conclui que “ na visão de ambos, há efetivamente uma mudança de paradigma, a passagem de um estado a outro”.

 

Sobre a questão 2 sobre a imagem e a hegemonia cultural, concordamos que os autores  se focaram no impacto da “imagem” e dos “média” na sociedade, precisamente por perceberem o impacto da televisão, da imagem e da imprensa, ao longo da última metade do século passado. O poder dos média produziu uma cultura hegemónica, mesmo sendo o telespectador passivo e não é a toa que apelidam os média de 4º poder.

 

A Ana resume o papel da televisão desta forma “o telespectador, refratário à mensagem, neutraliza a televisão pela inércia. A televisão converte o homem, por seu turno, em observador passivo”. A tela não é um espelho, não é reflexiva, mas superficial.” Agora na era da imersão, já não se tem um papel passivo, somos produtores, compactuamos com as tendências, com a “lei do menor esforço” onde se consume tudo pronto.

 

Como o Samuel bem refere, o “real” depende do indivíduo, da “mundivivência e mundividência” e aí reside a esperança, que nos transporta a Lévy, onde refere que nos devemos munir de “práticas, de atitudes, de modos de pensamento e de valores que se desenvolvem juntamente com o crescimento do Ciberespaço”(1999,p.17).

 

Na questão 1 sobre o significado do “real” para os autores e os riscos da imersão virtual, já se conclui que para Baudrillard ao “real” não existe, só simulações que aparentam ser reais e são construídas por todos nós, a que ele apelida de Hiper-realidade. Virilio coloca a questão da realidade da seguinte forma “Lugar do não lugar de transmissão instantânea” (p.13) “tudo se joga no instante privilegiado do ato” (p33).Existe uma mudança de paradigma, os significados apresentam-se de outra forma e tal como a Ma João exemplifica, troca-se “a conquista do espaço pela imagem do espaço” ou “” transforma-se o amador na cousa amada”.

Para responder à derradeira questão: Podemos considerar que a revolução tecnológica é um mal que veio por bem, ou um processo no qual o desfecho depende da Educação? Não é tarefa fácil segundo a visão dos autores, isto porque o discurso nem sempre é apropriado à evolução tecnológica, no entanto nenhum dos autores considera a evolução tecnológica má. Virilio alerta para os riscos do virtual e para os acidentes que ao ocorrerem agora, são globais e com repercussões de igual dimensão.

 

Baudrillard preocupa-se que o “real” nunca mais terá oportunidade de se produzir”, no entanto sugere que haja planificação e atualização de forma consistente, que suportem a “ininterrupta expansão”, portanto não vê o virtual como mau, mas como sistema a ser controlado para minimizar a “ilusão de notícias e dados”, como refere a Ana. A Selin vai mais longe, referindo que, “the flourishing of all our technologies can be regarded as offspring that have arisen from the progressive extinction of an unsignifiable reality”.

 

Concluindo, parece-nos que a revolução tecnológica é positiva, os “acidentes” são parte integrante de qualquer invento, portanto devemos estar conscientes de que devemos conseguir “ler” esta nova forma de comunicação e interação. Ainda existem pessoas que não dominam a leitura e a escrita, estando mais sujeitos a influências externas que nem sempre são fidedignas, tal como existem inúmeras pessoas sem competências de literacia digital. Estas últimas estão sujeitas às mesmas pressões, ilusões e influências que os ditos analfabetos e numa Sociedade em Rede onde a Educação Aberta é proposta, é inaceitável.

 

A Ma João conclui da seguinte forma, “somos o produto de anos e anos de evolução, em que nos fomos adaptando ao meio, talvez, no futuro, fiquemos mais cerebrais, mas o que acontecerá à nossa fisicalidade?” A questão é essa, os milhares de anos de evolução tornaram-nos no que somos hoje fisicamente e já percebemos desvios de comportamento, mas intelectualmente evoluímos de forma francamente positiva. Nem tudo é mau, pelo contrário, temos hoje mais inteligência coletiva para enfrentar as dificuldades e combater aquilo que estes e outros autores nos têm alertado.


#cibercultura #hiperrealidade #virtual #baudrillard #virilio

Referências

Baudrillard, J. (1991) Simulacros e Simulação. Lisboa. Relógio D´Água

Virilio, P. (1993) A Inércia Polar. Lisboa: D. Quixote

CIBERCULTURA – PIERRE LÉVY


Pierre Lévy, é filósofo, sociólogo e pesquisador em Ciência da Informação e Comunicação e explora o impacto da internet na sociedade contemporânea. Seus estudos sobre a inteligência coletiva focalizam na conjuntura antropológica e, suas pesquisas, sobretudo, no campo da Cibernética o torna um dos maiores filósofos da Comunicação e Informação no que tange os seus estudos sobre a Internet. Autor de várias obras, entre as quais As Tecnologias da Inteligência, As Árvores do Conhecimento, O que é Virtual e Cibercultura.

Logo, é um dos maiores defensores do uso do computador e suas redes, para promover a democratização do conhecimento e repensar as práticas pedagógicas, especialmente, a Educação a Distância já que, aumenta a demanda de aprendizagem contínua, devido o acesso cada vez maior do ciberespaço pelos docentes e alunos. 

Pierre Lévy, é filósofo, sociólogo e pesquisador em Ciência da Informação e Comunicação e explora o impacto da internet na sociedade contemporânea. Seus estudos sobre a inteligência coletiva focalizam na conjuntura antropológica e, suas pesquisas, sobretudo, no campo da Cibernética o torna um dos maiores filósofos da Comunicação e Informação no que tange os seus estudos sobre a Internet. Autor de várias obras, entre as quais As Tecnologias da Inteligência, As Árvores do Conhecimento, O que é Virtual e Cibercultura.

Logo, é um dos maiores defensores do uso do computador e suas redes, para promover a democratização do conhecimento e repensar as práticas pedagógicas, especialmente, a Educação a Distância já que, aumenta a demanda de aprendizagem contínua, devido o acesso cada vez maior do ciberespaço pelos docentes e alunos.

“Eu defino o ciberespaço como o espaço de comunicação aberto pela interconexão mundial de computadores e das memórias dos computadores {...} esse novo meio tem a vocação de colocar em sinergia e interfacear todos os dispositivos de criação de informação, de gravação, de comunicação e de simulação. A perspectiva da digitalização geral das informações provavelmente tornará o ciberespaço o principal canal de comunicação e suporte de memória da humanidade a partir do início do próximo século”. (LÉVY, 2010, p.94-95).

Podemos imaginar que atualmente, a cada instante, várias pessoas acessam a Internet, computadores são conectados e, assim, novas informações são mergulhadas na rede se tornando universal e, ampliando ainda mais o ciberespaço. Essa interconexão apresenta grandes repercussões nas atividades econômica, política e cultural. 

São três princípios que orientam o crescimento inicial do ciberespaço:
- Interconexão
- Criação de Comunidades Virtuais
- Inteligência Coletiva
 
A ideia de Cibercultura, de acordo com Lévy, trata-se de um curso sucessivo de técnicas, práticas, atitudes, pensamentos e valores que se desenvolvem na interconexão nas relações de trocas entre as pessoas (sociedade), a cultura e as novas tecnologias.

Para a Cibercultura a conexão é um bem em si mesmo. Trata-se da expressão da aspiração de construção de um laço social: centros de interesses habituais, compartilhamento do saber, aprendizagem colaborativa em que as comunidades virtuais descobrem um ideal de relação humana sem território, transversal e livre. Já a inteligência coletiva seria sua perspectiva espiritual, seu último propósito.

Mas Lévy afirma que a inteligência coletiva constitui mais um campo de problemas do que uma solução. E discorre sobre diversas indagações, tais como: trata-se da construção de colmeias ou formigueiros humanos? A inteligência coletiva é um modo de coordenação eficaz na qual cada um pode considerar-se como um centro? Cada um dentre nós se torna uma espécie de neurônio de um megacérebro planetário ou então desejamos constituir uma multiplicidade de comunidades virtuais nas quais cérebros nômades se associam para produzir e compartilhar sentido?

Logo, esses três aspectos estão integrados. A interconexão condiciona a comunidade virtual, que é uma inteligência coletiva em potencial.

O estilo atributivo de Pierre Lévy, como ele mesmo afirma, é ser um otimista, mas em nenhum momento ele acredita que a Internet solucionará todas as dificuldades existentes no mundo. No entanto, ele faz a opção pelo lado positivo da força e nos aponta dois fatos:
 
1. Movimento internacional de jovens dispostos a experimentar, coletivamente, novas formas de comunicação;

2. Abertura de um novo espaço de comunicação e, cabe a todos nós explorar as potencialidades mais positivas nas esferas econômica, política, cultural e humana.
 
Lévy nos encoraja a permanecer sempre abertos, afáveis e receptivos em relação às novidades trazidas pela Internet e nos chama a atenção de que o “X” da questão não é ser contra ou a favor, mas sim reconhecer as mudanças favoráveis, através das novas redes de comunicação na vida social e cultural para que sejamos aptos a expandir estas novas tecnologias dentro de uma abordagem mais humanista.



#cibercultura #ciberespaço #PierreLévy #interconexão #comunidadesvirtuais #inteligênciacoletiva
 
Deixo aqui exemplos práticos, sobre a Cibercultura, que mais uso no meu dia a dia.

Wikipédia – a enciclopédia livre


 
Linkedin – rede social profissional


 
Referências

LÉVY, P. (1999) Cibercultura. Editora 34. São Paulo



Pierre Lévy - O que é o virtual

Youtube acesso em 12/11/2021

 
Cibercultura - Pierre Levy

Vídeo produzido sobre Cibercultura, alunos do Curso de Publicidade & Propaganda

Estácio - Fatern Natal

Youtube acesso em 12/11/2021



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