Avaliação Pedagógica Digital em Contextos de Elearning

200degrees por Pixabay

Reflexão Final

Gerd Altman por Pixabay


O relatório, neste Blog, usando a ferramenta Sway, constitui-se como um "Diário de Bordo", contendo uma Autoavaliação & Feedback, contando os aspectos mais relevantes no percurso da Unidade Curricular: Avaliação em Contextos em e-Learning. 
 
Além do "Diário de Bordo" foi elaborada uma síntese, com a utilização da ferramenta Canva, com algumas ideias centrais, assim destacando alguns aspectos importantes, de acordo com a minha perspectiva. Esse resumo é, portanto, baseado nos recursos disponibilizados pelas Professoras Lúcia Amante e Elizabeth Souza, entre outras referências exploradas. Sendo que, essa apresentação final faz alusão a uma abordagem panorâmica dos muitos aprendizados adquiridos ao longo deste percurso.

Grelha com critérios e rubricas para autoavaliação e avaliação de pares


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Referências
Amante, L. & Oliveira, I. (2019). Modelo Pedagógico Virtual. Avaliação e Feedback. Desafios Atuais. Universidade Aberta. ISBN 978-972-674-846-5.

Conrad, D. & Openo, J. (2019). Estratégias de avaliação para a aprendizagem online. Athabasca University Press, 2018.

Pinto, J. (2016). A Avaliação em Educação: da linearidade dos usos à complexidade das práticas.


Tema 4 - Desenho da Avaliação Pedagógica em Elearning

Modelo PrACT
Figura elaborada pela autora no Canva


A atividade consiste em definir o design de avaliação de um módulo de formação em contexto de Elearning.

O nosso Grupo (formado por mim, Maria João Alves, Paula Nogueira e Sónia Lama) escolhemos o tópico "Emoções na Internet" oriundo da UC Psicologia da Comunicação Online que todas nós cursamos e, assim, resultou num módulo de formação online.

Partindo do quadro teórico da nova cultura da avaliação, foi elaborado um plano de aprendizagem e avaliação para esse módulo de formação, além de terem sido fundamentadas as opções tomadas na nova cultura da avaliação, com elaboração de uma análise crítica sob a abordagem das 4 dimensões do Modelo PrACT.

Para visualizar o trabalho do nosso Grupo, por gentileza, clique a seguir:

As Emoções na Internet


Gordon Johson por Pixabay

Quadro síntese da avaliação







Foram muitos os desafios para a realização do Tema 4 - Desenho de Avaliação Pedagógica em eLearning mas, ao final, o empenho e espírito colaborativo do nosso Grupo, que permaneceu juntos, durante 9 horas seguidas, num Domingo, em sessão síncrona, via Zoom, prevaleceu! As sugestões dos demais colegas do Mpel 15, no Fórum de discussões no Moodle, também foram fundamentais para procedermos alguns ajustes. E, assim, o  design final de avaliação do módulo apresentou mais consistência.

Primeiramente, nosso Grupo optou por inserir alguns conteúdos nos próprios módulos do curso com a finalidade de contextualizar a temática, uma vez que, seria uma novidade para os demais colegas do Mpel 15. Embora soubéssemos que o objetivo da atividade, seria tão somente desenhar um plano de avaliação para um módulo de formação, nossa escolha nos permitiu dar um norte ao desenvolvimento do nosso plano, além de também compartilhar com toda a turma uma descrição completa do curso. A estruturação e o enquadramento, assim como, o enfoque às competências procuraram demonstrar o paradigma de avaliação diversificado que exploramos ao longo do semestre.

"A avaliação de competências requer pois uma nova abordagem, na qual conhecimentos, capacidades e atitudes estão integrados (Baartman et al., 2007 in Amante, L.; Oliveira, I.; Pereira, A.; 2017), implicando, necessariamente, o recurso a uma variedade de estratégias e modos de avaliação (Dierick & Dochy, 2001; McConnell, 2004; MacLellan, 2004 in Amante, L.; Oliveira, I.; Pereira, A.; 2017), que permitam contemplar o desempenho em tarefas autênticas, representativas dos contextos reais, nos quais as competências deverão ser aplicadas". 

Procuramos aportar a avaliação em circunstâncias passíveis de serem autênticas, visando sua sustentação em conformidade com o Modelo PrACT. Este referencial se inscreve em uma perspectiva holística de avaliação e compreende 4 dimensões constituídas cada uma delas por diversos parâmetros que as operacionalizam: praticabilidade; autenticidade; consistência e transparência (Amante, Oliveira & Pereira, 2017).

Através das sugestões recebidas fomos realizando alguns ajustes e pontos de melhoria referentes aos instrumentos e critérios a serem adotados por parte do avaliados, bem como, a necessidade de melhoria de algumas ponderações e seus respectivos descritores, de forma a tornar o processo mais exato.

Em síntese, foi crucial construir esse desenho de Avaliação Pedagógica em eLearning pois, percebeu-se o quanto é mesmo complexo o desafio na obtenção da configuração de uma avaliação bem-feita, que reside, precisamente, em descrever objetivamente as dimensões e os parâmetros que, permitem sua eficácia nos novos cenários de avaliação, tendo como requisito a sua sustentabilidade.

"A avaliação é mais efectiva quando reflecte um entendimento do processo de aprendizagem como sendo multidimensional, integrado e revelado através do desempenho do aluno ao longo do tempo. Aprender é complexo, no sentido em que envolve não apenas o que os alunos sabem no final do processo, mas também aquilo que eles podem fazer com o que sabem. A aprendizagem inclui não apenas conhecimento e habilidades, mas também valores, atitudes e hábitos que afectam o desempenho académico, como também o sucesso em actividades que vão além da sala de aula. Logo, a avaliação deve incluir uma variedade de métodos, de preferência com alto grau de diversidade, incluindo aqueles que levam em consideração o desempenho. É preciso que esses métodos sejam aplicados ao longo do tempo de maneira a revelar mudanças, crescimento, melhoria e maior integração com outras aprendizagens" (Porto Stella, 2005).


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Referências
Amante, L.; Oliveira, I. (2019). Avaliação e Feedback. Desafios Atuais. e-book, MPV_Inovaç@o, Universidade Aberta: Lisboa 27 pp. ISBN 978-972-674-846-5.

Amante, L.; Oliveira, I.; Pereira, A. (2017). "Cultura da Avaliação e Contextos Digitais de Aprendizagem: O modelo PrACT". In Revista Docência e Cibercultura. Vol.1, nº 1. (135-150).

Pereira, A., Oliveira, I, Tinoca, L., Pinto, M.C., Amante, L. (2015). Avaliação Alternativa Digital: conceito e caracterização. In Desafios da Avaliação Digital no Ensino Superior. Lisboa: Universidade Aberta (6-34).

Porto, Stella (2005). Educação, Aprendizagem e Tecnologias - um paradigma para professores do século 21. Cap. 6; p. 139-161.

Swan, K; Shen, J. & Hiltz, S.R. (2006). "Assessment and collaboration in online learning", in Journal of Asynchronous Learning Networks Volume 10 Number 1.

Tema 3 - Instrumentos de Avaliação Pedagógica em Contextos de Elearning


Portfolio - Ayesha Raheem por Pixabay

e-Portefólio como instrumento de avaliação 

A Atividade consiste na análise e caracterização dos instrumentos e estratégias de avaliação alternativa em contextos de elearning.

O nosso Grupo (formado por mim, Maria João Alves, Paula Nogueira e Sónia Lamas) pesquisamos e escolhemos um caso real de avaliação alternativa com recurso a ferramentas digitais. Assim sendo, escolhemos o Estudo de Caso: "Reconhecimento, validação e certificação de competências RVCC: experiências de construção de portefólios reflexivos", da Universidade do Minho (2009).

Algumas definições de ePortefólio conforme a perspectiva de alguns autores:

"O Portefólio não é em si mesmo um fim, mas um processo que ajuda a desenvolver a aprendizagem". (Klenowski (2002) in 

Herman & Winters, no seu artigo "Portfolio research: a slim collection", refere que portefólio representa uma importante ferramenta de aprendizagem e requer uma complexa forma de pensamento e expressão (...)". 

Já de acordo com Barret (2005, p.4-5) "a collection of student work that demonstrates achievement or improvement (...)".

De acordo com helen Barret para quem "na sala de aula, os portefólios são, não tanto uma estratégia de ensino a ser investigada, mas num meio para alcançar um fim: suportar a reflexão que pode ajudar os estudantes a entenderem a sua própria aprendizagem e proporcionar um quadro mais rico do trabalho dos estudantes documentando o seu crescimento ao longo do tempo". (Gomes, M.J.; 2006).

Referências do Estudo de Caso
Reconhecimento, validação e certificação de competências RVCC: experiências de construção de portefólios reflexivos. Dias, C.; Oliveira, L.; Alves, P. "CONGRESSO INTERNACIONAL GALEGO-PORTUGUÊS DE PSICOPEDAGOGIA: actas". Braga: Universidade do Minho (2009). ISBN 978-072-8746-71-1.p. 5973-5987.


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Referências
Amante, L. (2011). A Avaliação das Aprendizagens em Contexto Online: O e-portefólio como Instrumento Alternativo. In Paulo Dias & António Osório (Orgs.). Aprendizagem (In) Formal na Web Social. Centro de competência da Universidade do Minho, Braga.

Barret (2005, p. 4-5) in Dias, C.; Oliveira, L.Alves, M. (2009). Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC): Experiências de Contrução de Portefólios Reflexivos. Actas do X Congresso Internacional Galego-Português de Psicopedagogia. Universidade do Minho, Braga.

Cruz, C.; Araújo, I., Pereira, l. & Martins, M.L. (2010). Uma Abordagem da Avaliação online no Ensino Superior: e-portfolios em Redes Sociais. EDUSER Revista de Educação, 2(2), 3-27.

Gomes, M. J.; (2006). Portefólios Digitais: revisitando os princípios e renovando as práticas. Actas do Colóquio sobre Questões Curriculares.

Gouveia, C. (2011). O e-portefólio como instrumento de avaliação e aprendizagem no contexto de cursos online: a perspectiva dos estudantes. Tese de Dissertação. Departamento de Educação e Ensino a Distância - UaB.

Herman & Winters (1994) apud Barret (2005), p.3 in in Dias, C.; Oliveira, L.Alves, M. (2009). Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC): Experiências de Contrução de Portefólios Reflexivos. Actas do X Congresso Internacional Galego-Português de Psicopedagogia. Universidade do Minho, Braga.

Freire, A. S.; Ribeiro, F.C.G.; Souza, L.B. (2010). "Mapas Conceituais na Educação a Distância: uma análise sob a ótica da complexidade". In ANais Eletrônicos 3º Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educação: redes sociais e aprendizagem. UFP.

Souza, N. A.; Boruchovitch, E. (2010). "Mapas Conceituais e Avaliação Formativa: tecendo aproximações" In Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 36, n.3, p. 795-810, set / dez 2010.

Uchôa, Kátia C., Uchôa, Joaquim Quinteiro (2012). Uma análise sobre Avaliação Colaborativa em Fóruns de Discussão. CINTED-UFRGS. Novas Tecnologias na Educação. V. 10Nº 3, dezembro.

Vonderwell, Selma; Liang, Xin; Alderman, Kay (2007). Asynchronous Discussion and Assessment in Online Learning. Journal of Research on Technology in Education; Spring 2007, 39, 3; Proquest Education Journals, p.309.

Tema 2 - Avaliação Pedagógica Digital em Contextos de Elearning

Mohamed Hassan por Pixabay

Sabemos que o mundo está em constante transformação e a Educação continua sendo um dos grande pilares da nossa sociedade. Sob um olhar reflexivo dos modelos de um passado, não tão distante, da análise do presente e das perspectivas futuras tendo como finalidade a reflexão e a compreensão da evolução dos processos da aprendizagem. Sendo que a Avaliação, alinhada aos desafios contemporâneos, torna-se uma questão central, especialmente, com o impacto da transformação digital e a Educação Online, em expansão, e cada vez mais mediada pela tecnologia.

Foi realizado um trabalho de Grupo (realizado por mim, Maria João, Paula Nogueira e Sónia Lamas) sintetizando as especificidades da Avaliação em Contextos de Elearning assim como as grandes linhas de força que emergem dos textos referenciados.


Realização de uma síntese, abaixo, assinalando o que foi proeminente sobre essa temática, entre os 3 grupos da turma do Mpel 15:

A avaliação como uma questão central nos sistemas de ensino;
Ensino cada vez mais mediado pelas tecnologia;
Transição da psicometria para a edumetria;
Cultura avaliação versus cultura do teste;
Avaliação: sumativa e formativa;
Feedback;
Avaliação privilegiando o desenvolvimento de capacidades e competências;
Princípios de boa prática;
Modelo ADDIE - Analysis, Design, Development, Implementation, Evaluation;
Modelo PrACT;
As quatro dimensões: autenticidade, consitência, transparência, praticabilidade;
CATs - Classroom Assessment Techniques

"Se tornarmos as avaliações como um parceiro e parte da aprendizagem e da motivação contínuas {...}, em vez de apenas auditar a atribuição de notas, as próprias avaliações tornam-se atividades de aprendizagem importantes, dignas de tempo e do esforço de todos".
Wlodkowski (2008) p.329 in Conrad, D & Openo, J. (2019).

Para complementar nossa ponderação sobe a Avaliação nos dias de hoje, ressalto um trecho que achei curioso, do capítulo 3 do livro Estratégias de avaliação para aprendizagem online que compartilho aqui para uma reflexão adicional.

EM QUE VOCÊ ACREDITA? A IMPORTÂNCIA DAS CRENÇAS SOBRE ENSINO E APRENDIZAGEM NA AVALIAÇÃO ONLINE

"{...o ensino e a avaliação bem-sucedidos exigem que você esteja ciente de sua própria abordagem de ensino, aprendizagem e avaliação...}.
Conrad, D & Openo, J. (2019) p.67.

Em seu texto sobre avaliação, Fenwick e parson (2009, p. 13 in Conrad, D. & Openo, J. (2019, p.67) estabelecem: para alinhar sua avaliação e suas práticas de ensino às suas ideias, você precisa reavaliar sua filosofia de ensino e se perguntar se seus métodos e critérios de avaliação correspondem às suas crenças sobre o que e como os adultos devem aprender.

Como sabemos em que acreditamos? Como identificamos nossa filosofia de ensino? Qual a nossa crença sobre como os alunos aprendem? Teóricos e filósofos educacionais identificaram escolas de crenças - diferentes abordagens de ensino e aprendizagem - e vários teóricos criaram tipologias, ou categorias, de filosofias. Antes de examinar algumas dessas tipologias, é útil revisar nossos próprios pontos de vista sobre a prática educacional.

Fenwick e Parson (2009, p. 15 in Conrad, D & Openo, J. 2019, p.67-68) sugerem que façamos estas perguntas a nós mesmos:

  • Quais são as coisas mais importantes que os alunos devem saber ou fazer até o final do curso?
  • O conhecimento é criado pelos alunos ou eles devem dominar o conhecimento que lhes é dado pelos outros?
  • O que é mais importante: aprendizagem colaborativa ou aprendizagem individual?
  • Quem deve controlar o aprendizado, o professor ou o aluno?
  • Aprender é sistemático e sequencial, ou é holístico e idiossincrático?
  • Nós alcançamos o aprendizado - "aha!" - ou crescemos com ele?
  • Pode-se pedir que os alunos demonstrem o seu aprendizado imediatamente após a experiência de Aprendizagem ou eles devem ter tempo para refletir? As possíveis respostas a essas perguntas indicam as diferentes formas de abordar esses aspectos da aprendizagem.

Athabasca University Press, 2018. 


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Referências

Mateo, J. Sangrà, A., (2007). Designing online learning assessment through alternative approaches facing the concerns, in European Journal of Open, Distance and Elearning.

McLoughlin; C. & Luca, J. (2001). Quality in Online Delivery: What does it mean for assessment in E-learning Environments? The ASCILITE conference proceedings. 

Pereira, A., Oliveira, l. Tinoca, L. Pinto, M. C., Amante, L. (2015). Avaliação alternativa digital: conceito e caracterização em contextos digitais. In Desafios da avaliação digital no Ensino Superior. Lisboa: Universidade Aberta (6-34)

Porto Stella, C. (2005). A Avaliação da Aprendizagem no Ambiente Online. In R. V. Silva e A. V. (eds.) Educação, Aprendizagem e Tecnologia. Edições Sílabo, Lisboa.

Tema 1 - Avaliação Pedagógica  

Atuais Perspectivas

Infográfico 




Produção do infográfico, opção pela ferramenta Canva, com os principais conceitos e linhas de discussão do texto em referência.

A reflexão que faço após a leitura do artigo: A Avaliação em Educação: da linearidade dos usos à complexidade das práticas, é de que a Avaliação deve acompanhar o processo de mudança da Educação em um cenário pós pandemia e, que deverá permitir cada vez mais a integração entre as partes: as instituições, os professores, os alunos e seus pares com o estímulo das novas tecnologias digitais e da comunicação.


Para lá da pandemia: avaliação digital e aprendizagem - Profª Lúcia Amante 
Le@d, Universidade Aberta - Portugal

De acordo com Amante & Oliveira (2016) a multiplicidade de definições de avaliação, acentuando as suas finalidades, os objectos, os processos, os instrumentos ou os seus efeitos, mostra a complexidade deste acto. A avaliação como um processo interactivo entre diversos actores que ocorre num espaço e tempo institucional.

Não há hoje nenhuma concepção moderna de avaliação que não aceite que a avaliação só tem sentido se permitir sustentar a decisão sobre alternativas de acção. Stufflebeam (1973) define a avaliação como o processo de delimitar, obter e providenciar informação útil para ponderar decisões.

Interpelar a avaliação e a sua racionalidade torna-se cada vez mais uma imperiosidade nas profissões do humano e sobretudo na educação, pois é este conhecimento que pode iluminar a ética do agir educativo.

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Referências

Pinto, J. (2016). A Avaliação em Educação: da linearidade dos usos à complexidade das práticas, in: Amante, L. & Oliveira, I. (Coords). Avaliação das Aprendizagens: Pespetivas, contexto e práticas. Lisboa: Le@D, Universidade Aberta.

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