Modelos de Educação a Distância

Mapa Mundial de Educação a Distância




Nesta Atividade, os alunos da turma Mpel 15 tiveram que selecionar um continente, para poder identificar entre os teóricos de EaD, sete autores considerados relevantes, apresentando-os com um breve resumo das suas obras.

Equipa Europa
Adelina Nogueira / Ana Kruel / Domingos Nunes / Maria João Alves

Após o lançamento do desafio os membros do grupo selecionaram a Europa para desenvolver o seu trabalho.

Após a pesquisa de especialistas da área de Educação a Distância, surgiram vários nomes: Albert Sangrà, Desmond Keegan, Dimitrius Vlachopoulos, Lina Morgado, Luísa Aires, Nati Cabrera, Olaf Zawacki-Richter, Otto Peters, Roberto Apari e Ulrich Bernath.

Ao final os nomes dos autores escolhidos foram:

·         Albert Sangrà

·         Desmond Keegan

·         Lina Morgado

·         Luísa Aires

·         Nati Cabrera

·         Otto Peters

·         Roberto Apari


1.    Apresentação e justificação da escolha dos investigadores

 Albert Sangrà

“Para mí es un error pensar que el e-learning se basa solamente en la tecnología. El uso de la tecnología no implica de forma automática que la calidad de la formación mejore, de hecho a veces sucede lo contrario. El e-learning pasa, irremediablemente, por un enfoque pedagógico nuevo que se debe reflexionar.”


Albert Sangrà é, atualmente, docente e investigador na Universidade Aberta da Catalunha. Desempenha nela diversas funções ligadas ao e-learning e colabora ou já colaborou ativamente com diversas publicações, instituições e universidades na área do e-learning (e b-learning), inclusive a Universidade Aberta.

As suas principais áreas de investigação relacionam-se com o uso das tecnologias da informação e comunicação (TIC) na educação e formação, bem como com as políticas, a organização, gestão e liderança na implementação e controlo de qualidade da educação em linha (e-learning), bem como com o desenvolvimento profissional necessário, nomeadamente pela aquisição de competências digitais.

É autor de diversos livros, de entre os quais se destacam Managing Technology in Higher education. Strategies for Transforming teaching & Learning, numa colaboração com Tony Bates (Jossey-Bass, San Francisco, 2011); La Transformación de las Universidades a través de las TIC (EDIUOC, 2004), em colaboração com Mercedes González-Sanmamed; Aprender en la Virtualidad (GEDISA, 200), em colaboração com Josep M. Duart.

No seu artigo La educación a distancia como factor clave de innovación en los modelos pedagógicos (2003), e a propósito da integração das TIC nos processos de ensino, propõe uma categorização de diferentes modelos, que se articulam em torno de três eixos fundamentais: o tecnológico, o do professor e o do aluno. Defende, também, a emergência de um modelo semipresencial, centrado no aluno, advogando que as instituições de ensino superior se servirão das novas tecnologias enquanto aliadas na promoção da aprendizagem e seus processos.

No artigo Hacia una definición inclusiva del e-learning (2011), procura estabelecer uma definição atual e integradora do conceito de e-learning, que seja de aceitação generalizada pela comunidade científica e que possa estabelecer-se como referente para os investigadores e profissionais da área.

Mais recentemente, no artigo Tiempo de transformación educativa (2020), e a propósito dos problemas identificados aquando da pandemia, defende a necessidade de desenhar e adotar modelos educativos híbridos, que permitam articular momentos de ensino presencial e não presencial, numa perspetiva complementar, importando, ainda, que a tutela promova as competências digitais dos docentes.

No caso deste autor, resulta a escolha do papel desempenhado por este académico na reflexão sobre a importância do uso adequado e devidamente integrado das TIC no processo de ensino e aprendizagem, que exige a aquisição de competências digitais por parte de todos os intervenientes.

Para além disso, e enquanto contributo fundamental para a melhoria do referido processo, refletiu sobre a articulação e integração de modelos semipresenciais ou híbridos, centrados no aluno, e procurou realizar uma definição integradora do conceito de e-learning, que mobilize precisamente as novas tecnologias da informação e comunicação.

Refira-se, ainda, o seu papel enquanto consultor de diversas instituições académicas, ligadas ativamente ao ensino à distância, de entre as quais a própria Universidade Aberta.

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Desmond Keegan

Enquanto pioneiro do Ensino à Distância, Desmond Keegan, académico irlandês, estabeleceu a distinção entre este modelo e o do ensino tradicional. Neste sentido, em 1979, deu início à publicação da revista Distance Education, a primeira publicação do género focada no Ensino à Distância como área de estudo emergente.

De facto, no artigo On defining distance education (1996), Keegan analisa as definições mais comuns para o conceito de Ensino à Distância e faz uma proposta terminológica.

Ademais, estabelece o papel das tecnologias síncronas e assíncronas no ensino virtual, antecipando a chegada das comunicações eletrónicas em tempo real.

Defende, também o Ensino a Distância como promotor de equidade social, permitindo a aprendizagem a qualquer momento e em qualquer lugar.

Compreende a necessidade da aquisição de competências digitais dos docentes e alunos e da vontade de os estudantes participarem em salas de aulas virtuais, nomeadamente com recurso às videoconferências.

A sua tese de doutoramento, Foundations of Distance Education (1986), foi adotada, enquanto bibliografia fundamental, pela Open University do Reino Unido, nomeadamente no mestrado em Open and Distance Education, em 1997.

Em 1996 realizou um estudo, Distance Training in the European Union, publicado pela Comissão Europeia, que revelou que então, anualmente, mais de 2 milhões de cidadãos comunitários optavam pelo ensino à distância como modelo de formação.

Keegan também promoveu o desenvolvimento de um novo modelo de Ensino a Distância, a que chamou de m-learning (educação em mobilidade), que pressupõe o uso de smartphones e tablets.

De facto, no seu artigo The Future of Learning: From eLearning to mLearning (2002), antecipa e reflete sobre a evolução do Ensino a Distância, num percurso que o conduz ao m-learning, passando pelo e-learning, concluindo que o futuro do ensino passa pelo uso de equipamentos sem fios.

No artigo European Experiences with Learning Management Systems (2002), em colaboração com Morten Paulsen, reflete sobre o nível de satisfação das diversas instituições europeias com os sistemas de gestão do e-learning (LMS) por elas adotados.

A opção por este autor decorre, então, do seu papel enquanto pioneiro do Ensino a Distância. De facto, contribuiu não apenas para a reflexão sobre este tipo de ensino pela dinamização de publicações académicas regulares, logo a partir de finais da década de 70, como também desenvolveu investigação na área, refletindo sobre as características do ensino em situações nas quais se verifica a distância entre o aprendente e o docente.

Ademais desenvolveu estudos que permitiram caracterizar e compreender a realidade comunitária no relativo a este tipo de ensino, evidenciando o interesse e peso crescentes deste modelo junto dos cidadãos e das instituições de ensino.

Finalmente, é de recordar o seu papel enquanto promotor de um novo modelo complementar de Ensino a Distância (“mobile learning”), que prevê o recurso aos telemóveis e tablets.

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Lina Morgado

Lina Morgado concluiu o doutoramento em educação em 2004 e o mestrado em comunicação multimédia em 1993, pela Universidade Aberta (UAb), completou a licenciatura em 1984, no Instituto Superior de Psicologia Aplicada. É professora auxiliar no Departamento de Educação e Ensino a Distância da UAb, lecionando unidades curriculares no âmbito da Educação a Distância (EaD), nos vários graus de ensino. É atualmente coordenadora do mestrado em Pedagogia do eLearning e coordenadora científica do Laboratório de Educação a Distância e eLearning LE@D na UAb. Esta especialista, publicou, aproximadamente, duas dezenas de revistas especializadas, foi autora e coautora de vários livros, orientou mais de 10 teses de doutoramento e cerca de 40 dissertações de mestrado, para além de outras coorientações, conforme consta na plataforma de gestão curricular Ciência Vitae. 

Na mesma plataforma, ciência vitae, estão referidos como termos mais frequentes na contextualização da sua produção científica: Online distance learning; REA, cursos online, colaboração aberta; Modelos de Tutoria em EaD.

Importa ainda salientar que teve como classificação “excelente” no seu doutoramento (Especialização em Educação a Distância) com a tese/dissertação “Ensino Online: Contextos e Interações”. Recebeu várias distinções e prémios como o CALED do Instituto Latinoamericanoy del Caribe de Calidad en Educación Superior a Distância em 2013 e o Prémio Adessibilidad de la Formación Virtual (Ciência vitae,2021).

A professora Lina Morgado é, como já foi referido, a coordenadora científica do LE@D, sendo este laboratório, uma unidade dedicada à investigação fundamental aplicada em Educação Aberta e a Distância e em eLearning na Sociedade em Rede, desenvolvendo investigação interdisciplinar nas áreas das ciências sociais e da educação. Morgado é conhecida por ser uma defensora duma educação a distância de nova geração.  Ao longo do seu percurso, desenvolveu investigação centrada na Educação Aberta, a Distância e em Rede, tendo integrado vários projetos nacionais e internacionais (ATICA, 2021).

Dos vários estudos, em que participou, destaca-se, por exemplo, o intitulado, “Integração e envolvimento dos participantes em MOOCs: contributo do BootCamp” em coautoria com a professora Diana Morais que teve como desiderato analisar o impacto da vivência dos primeiros dias online dos participantes em contextos abertos e massivos.

Segundo Morais e Morgado (2017), o estudo procurava dar resposta às seguintes questões de investigação: Quais as características que um módulo de ambientação deve adotar nos Massive open online courses (MOOCs)? e Será o Módulo de Ambientação capaz de funcionar como um catalisador para o sucesso dos MOOCs? Os resultados apontaram para o facto de os inquiridos considerarem importante este contacto inicial acompanhado pelas plataformas, pois estas, podem ser complexas ou” caóticas», constituindo assim, estes primeiros momentos, uma preparação, uma espécie de “aquecimento” que esbate, também, alguns receios preexistentes (Morais &Morgado ,2017)

Segundo, Morais e Morgado (2017), nesta investigação, emerge como ponto fulcral, uma educação aberta assente na criação de oportunidades que permitam o acesso à aprendizagem de uma forma igualitária e que a educação seja acessível a todos, utilizando para isso, também, recursos educacionais abertos e práticas colaborativas. 

Neste sentido, e tendo em conta que a EaD surgiu precisamente para dar resposta a necessidades sociais, devemos destacar, também, a orientação desta especialista em teses de mestrado, nomeadamente, numa, no âmbito do Mestrado de Pedagogia do ELearning com o titulo “a tutoria dos modelos de ensino a distância em Moçambique” numa instituição de referência de EaD, que segundo, Mongoi (2017), autora da tese, tem como pressupostos de intervenção alargar o ensino a regiões isoladas do país e contribuir para reduzir as assimetrias sociais no acesso ao conhecimento. Para Mongoi (2017) na EaD, é essencial, o papel do tutor no ensino à distância, devendo ser um individuo preparado, com competências necessárias para uma atuação desejável com conhecimentos e habilidades e, naturalmente, com compromisso com o trabalho. A referir que os resultados do estudo apontaram para algumas fragilidades.

No seu estudo, “Os novos desafios do tutor a distância : o regresso ao paradigma da sala de aula” com base em vários autores, segundo Morgado (2003)  não se pode colocar a questão em termos de quem ensina e como o faz, mas sim, em termos do que e do como se ensina, justificando a importância central dos modelos pedagógicos neste ensino que qualificou como constituindo a «didática do ensino a distância».

De acordo com Morgado (2003), a autora, da literatura da especialidade, o que sobressai é de facto, uma visão de que o ato de ensino a distância (no sentido próprio do termo) é um ato fragmentado e distribuído por várias pessoas, na medida em que cada uma delas tem a sua responsabilidade na construção dos materiais de aprendizagem. “As abordagens pedagógicas e didáticas em ensino a distância desenvolveram-se em torno de duas variáveis fundamentais e estreitamente relacionadas: a questão da distância e a questão da interação. No entanto, apesar dos esforços desenvolvidos, o ensino a distância tem-se caracterizado por níveis baixos de interação, centrando-se essencialmente na interação entre o estudante e o conteúdo” (Morgado,2003).

A escolha da professora Lina Morgado constituiu uma responsabilidade acrescida para a nossa equipa, no entanto, dado o seu longo e brilhante percurso na área da educação a distância e de outras congéneres, tornou-se uma ”escolha óbvia”.

Nesta área, a professora Lina, tem investigado e trabalhado em contexto, ao longo de muitos anos sendo uma referência nacional e internacional, tem demonstrado a sua consciência social, tentando tornar a EaD mais inclusiva, tem orientado inúmeros estudos em diversas regiões do mundo, muitas delas das mais pobres, contribuindo para a propagação do conhecimento e melhoria das condições de vida das pessoas.

Estudou todos, ou quase todos, os aspetos inerentes à educação a distância, desde a reconceptualização de conceitos “inerentes” a esta complexa temática, como o eLearning, a Educação Online ou a Educação aberta, passando por reflexões sobre as tecnologias, as mediações, o papel de tutoria, defendendo também, a reconversão de modelos mais adequados a cada estudante.  Tem refletido, ainda, sobre os módulos de ambientação, os modelos pedagógicos, os recursos tecnológicos, os conteúdos e, sobretudo, sobre as pessoas envolvidas nesta teia complexa nas suas multifuncionalidades e variados papéis. Arriscamos a considerar que tem investigado e estudado todos os aspetos e circunstâncias que envolvem o ensino a distância. 

Na conformidade, dos pressupostos anteriores foi difícil, selecionar a informação mais relevante, pois a dimensão da sua obra é de enorme magnitude, por isso, cada pesquisa efetuada, sobre a professora Lina Morgado, é per si um exercício profícuo em conhecimento e em estímulo intelectual. Acresce referir que tem estudos de teor projetivo sobre o ensino a distância em Portugal.

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Luísa Aires

Através de pesquisas sobre autores de relevância, na área de Educação a Distância na Europa, a nossa Equipa teve o privilégio de conhecer o vasto trabalho de investigação em Educação da Professora Doutora Luísa Aires que tem papel de destaque no cenário Europeu.

A Professora Luísa tem Doutoramento em Ciências da Educação na área de especialização em Comunicação Educacional pela Universidade Aberta; Mestrado em Ciências da Educação: Tecnologia Educativa e Licenciatura em Ciências da Educação pela Faculdade de Ciências da Educação da Universidade de Salamanca.

 É Docente do Departamento de Educação e Ensino a Distância – DEED da Universidade Aberta; Investigadora do Laboratório de Educação a Distância e-Learning – LE@D; Coordenadora da Rede ObLID  – Rede de Investigação e Intervenção para a Literacia e a Inclusão Digital; Membro do Grupo de Inovação – G15, UNED, Espanha; Professora do Ensino Superior desde 1991, na área de Ciências da Educação.

Tem diversas publicações em livros sobre a temática da Educação além de diversos artigos em revistas científicas internacionais e nacionais.

A Professora Doutora Luísa Aires foi uma gratificante escolha da nossa Equipa devido à sua expressiva contribuição, estudos e investigações nas reflexões teóricas acerca das temáticas sobre o e-Learning, Educação Online e, nos movimentos relevantes da Educação Aberta na Sociedade Digital. As suas análises foram construídas através das perspetivas históricas, socioculturais, humanas, filosóficas e multiculturais na esfera Educacional na Sociedade em Rede, o que permite apreciações, no campo da Educação Online, e da potencialidade do processo da aprendizagem ao longo da vida.

Destaca-se sua tese de doutoramento, inédita, cujo tema é “Vozes sobre a televisão no âmbito da educação de pessoas adultas: uma abordagem sociocultural”, que é fruto da sua imensa investigação do campo epistemológico das Ciências Sociais e, baseia-se nas teorias do psicólogo Lev Vygotski, proponente da psicologia cultural-histórica, e Mikhail Bakhtïn filósofo e pensador russo, cuja teoria concebe a comunicação entre um “eu” e “outro”, sendo os enunciados a liga dessa interação. Percebe-se que estes autores foram fontes de inspiração e motivação para a Professora Luísa Aires em certos artigos científicos de sua autoria.

Sua trajetória académica e profissional como Docente e investigadora do Departamento de Educação e Ensino a Distância da UAb, Coordenadora da Rede ObLID e como membro do Grupo de Inovação – G15, na área de Ciências da Investigação lhe permitiram um olhar reflexivo, analítico e cauteloso no âmbito do e-Learning e da EaD e o impacto das Tecnologias Digitais na Sociedade do Conhecimento, permitindo-lhe um amplo conhecimento e uma estimada contribuição para a discussão teórica e prática do permanente progresso da teoria da Educação Online Aberta.

Ao fazer uma curadoria de “palavras” sobre a extensa investigação, em teorias da Educação, proferidas pela Profª Luísa Aires, destacaram-se algumas expressões, frequentes, reproduzidas aqui por meio de uma nuvem de palavras.

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Nati Cabrera

Licenciada em Direito e doutorada pela Universidade de Barcelona.

Professora do Departamento da Psicologia e Ciências da Educação, na Universidade Aberta da Catalunha (UOC).

Diretora Adjunta de Estudos na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação, Diretora do Mestrado em Gestão e Avaliação da Qualidade no Ensino Superior.

Membro do grupo de pesquisa Edul@b no eLearn Center da UOC, desenvolveu e dirige diversos projetos de pesquisa e consultoria relacionados com o uso das TICs na educação, tanto nacional como internacionalmente.

A sua atividade como investigadora está centrada em estudar e avaliar, de uma perspetiva crítica, o uso e aplicações das TIC em diferentes contextos educacionais, especialmente em mecanismos organizacionais e didáticos que podem ajudar na introdução de novas metodologias e ensino-aprendizagem, para transformar e melhorar a prática educativa.

Especialista em: avaliação da qualidade da educação, e-avaliação e políticas de e-learning, gestão e organização.

Apresentou uma definição do e-learning sob a ótica da tecnologia (Sangrà, Vlachopoulos & Cabrera, 2012):

E-learning could also be considered a natural evolution of distance learning, which has always taken advantage of the latest tools to emerge in the context of technologies for structuring education (Sangrà et al., 2012, p. 146).

Algumas publicações em que é autora/co-autora:

§  Cabrera, N. y Mayordomo, R.M. (eds.) (2016). El feedback formativo en la universidad. Experiencias con el uso de la tecnología. Barcelona: LMI. (Colección Transmedia XXI)

§A Reyes, N Cabrera, O Estévez, G Jiménez, G Limaya, M Barba. La evaluación del aprendizaje usando las actividades de Moodle. 3rd International Conference on Multimedia and Information and Communication Technologies Education m-CTE2005

§  N. Cabrera. A aplicação de tecnologias na gestão de comunidades virtuais de aprendizagem: a secretaria virtual. Cadernos de documentação multimídia, Vol. 8. 1999. https://scholar.google.es/citations?view_op=view_citation&hl=en&user=V-i6cQkAAAAJ&citation_for_view=V-i6cQkAAAAJ:UebtZRa9Y70C

§  Sangrà A, Vlachopoulos D, Cabrera N, Bravo S. Hacia una definición inclusiva del e-learning. Barcelona: eLearn Center. UOC. 2011.

§  Sangrà A, Vlachopoulos D, Cabrera N. Building an inclusive definition of e-learning: An approach to the conceptual framework. The International Review of Research in Open and Distributed Learning. 2012 Apr 13;13(2):145-59.

§  Sangrà A, Vlachopoulos D, Cabrera N. The Conceptual Framework of e-Learning: A View from Inside. International Journal Of Learning. 2012 May 1;18(4).

§  Sangrà Morer, A., Guitert, M., Cabrera-Lanzo, N., Taulats, M., Toda, L., & Carrillo, A. (2019). Collecting data for feeding the online dimension of university rankings: a feasibility test. Italian Journal of Educational Technology, 27(3), 241-256. doi: 10.17471/2499-4324/1114

§  Vlachopoulos D, Sangrà A, Cabrera N, Pitsiavas D. The Challenges of Introducing New Technologies in Humanities: A Case Study of the Perceptions of Academic Staff of Classics. Ubiquitous Learning: An International Journal. 2009;1(2):51-60.

Participou nos Encontros ao Vivo sobre Inovações Educativas com Especialistas do Tecnológico de Monterrey, la Pontificia Universidad Católica del Perú e da Universitat Oberta de Catalunya (https://observatorio.tec.mx/dialogos-observatorio).

Oradora em diversas conferências, como por exemplo na European Distance and E-Learning Network, Conference Proceedings, onde apresentou The Implementation of ICT in Secondary Schools in Catalonia.

A opção por esta especialista deve-se ao seu papel ativo na investigação sobre o e-Learning, sobre a avaliação da qualidade do ensino, sobre a utilização e aplicações de TIC em diferentes contextos educacionais, incentivando a introdução de novas metodologias no processo ensino-aprendizagem.

Colaborou com outros especialistas, entre os quais Albert Sandrà, também referencido neste nosso trabalho, num projeto internacional para a construção de uma definição inclusiva do e-Learning.

(…) e-learning is part of the new dynamic that characterises educational systems at the start of the 21st century, resulting from the merge of different disciplines, such as computer science, communication technology, and pedagogy, since all the collected definitions contained characteristics of more than one discipline. Consequently, the concept of e-learning can be expected to continue to evolve for a long time. In today’s world, learning needs change very quickly and the concept and functions of e-learning must continuously be adapted to these needs. (Sangrà et al., 2012, p. 154)

Defendendo que as necessidades educativas mudam rapidamente, provocando uma adaptação constante do conceito e funções do e-Learning, esta investigadora continua avidamente a pesquisar, a aprofundar, a investigar, a participar em projetos nacionais e internacionais, contribuindo para o desenvolvimento e evolução desta modalidade de ensino.

Em parceria com a investigadora Maite Fernández-Ferrer publicou um artigo, Examining MOOCs: A Comparative Study among Educational Technology Experts in Traditional and Open Universities, onde analisam a importância dos Massive Open Online Courses (MOOC), cursos online gratuitos, a sua qualidade em relação à tradicional modalidade de ensino e como podem as universidades, mantendo a qualidade, recorrer a estas ferramentas, alargando assim o seu âmbito.

No livro Decálogo para la mejora de la docencia online, onde em co-autoria com Maite Fernandez-Ferrer, no capítulo III, Claves para una evaluación em línea, defende que devemos romper com a conceção tradicional e limitadora da avaliação,  descontruindo o mito que a avaliação virtual é menos real e fiável que a avaliação tradicional, apesar da utilização da tecnologia ser uma influência motivadora na sua aprendizagem e na sua avaliação. Para além disso, defende a importância de definir o objeto da avaliação, os critérios da avaliação, a importância da planificação da avaliação, escolha das estratégias e ferramentas para avaliar, mudança do papel de avaliador a avaliado. Conclui defendendo que a tecnologia é uma boa aliada no processo da avalição, mas não é o objetivo final, mas o meio para atingir o fim. O recurso à tecnologia enriquece o processo, seja mais monitorizado, permite uma maior interação, que a informação seja dada no momento adequado e que seja suficiente e fiável. (Cabrera: pp 63-80)

Poderíamos continuar aqui a enumerar os artigos interessantes e relevantes que publicou, os projetos em que se envolveu tendo sempre como objeto o e-Learning, mas seria um extenso relatório.

Esta investigadora, nos seus estudos, baseia-se não só na sua experiência enquanto professora universitária, mas em estudos de casos, explica o método utilizado e como chegou às suas conclusões, deixando sempre a marca que o que é hoje, pode já não ser amanhã, uma vez que a tecnologia avança a largos passos, o e-Learning está em constante evolução, assim como o desenvolvimento de novas competências, da sociedade. O ensino para ser eficaz e eficiente tem de acompanhar a evolução, não se prendendo a dogmas. Tendo em conta o percurso desta especialista, poderemos afirmar que Nati Cabrera irá continuar a contribuir para a evolução e qualidade do e-Learning. 

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Otto Peters

“...se quisermos saber para onde nos leva a viagem no desenvolvimento do ensino a distância, é preciso reconhecer primeiramente de onde vem essa forma de ensinar e estudar...” (2001)

Através de pesquisas sobre autores de relevância, na área de Educação a Distância na Europa, ressalta-se alguns enfoques do percurso da EAD na FernUniversität (FU) de Hagen, Alemanha, que foi fundada em 1º de dezembro de 1974, pelo Professor Dr. Otto Peters, reitor da universidade durante, aproximadamente, 10 anos. O autor é conhecido como “pai da pesquisa em educação a distância”.

Ao lado da Opens University, do Reino Unido, a Universidade de Hagen é a precursora da EAD universitária no mundo, portanto são de grande relevância as contribuições do Professor Otto Peters no campo da EAD no cenário internacional.

Primeiramente, aborda-se o histórico de quem foi Otto Peters, teórico que contribuiu amplamente para a Educação a Distância. Peters nasceu em Berlim, na Alemanha, em 06 de maio de 1926 onde frequentou a escola básica em sua própria cidade e, posteriormente, em Neustadt mas, após a II Guerra Mundial, retornou à Berlim onde estudou História, Inglês, Filosofia, Psicologia e Pedagogia.

Otto Peters recebeu o Prêmio de Excelência do Conselho Internacional de Educação Aberta a Distância e a seguir, destacam-se alguns livros da sua obra que é amplamente conhecida internacionalmente.

·         O Ensino a Distância (1965)

·         A Estrutura Didática do Ensino a Distância (1973)

·         A Universidade a Distância: o 1º ano (1976)

·         A Universidade a Distância: no 5º ano (1981)

·         Otto Peters na Educação a distância (1994)

O autor ganhou quatro graus de Doutor Honoris Causa, são eles:

·         Open University in GroBbritannien (Inglaterra)

·         Open University of Hong Kong

·         Deakin University (Austrália)

·         Empire State College (Nova Iorque)

E desde 1991, é Professor emérito da FernUniversitãt sendo que, até presentemente, suas pesquisas se concentram em educação continuada a distância.

A título de curiosidade, em 2004, Otto Peters veio ao Rio de Janeiro (Brasil), a convite do MEC, para contribuir com suas ideias e investigações em prol do desenvolvimento da Educação a Distância no Brasil.

O autor Otto Peters, foi escolhido, por ser um amplo pesquisador e professor que dedicou a sua vida às investigações no campo da Educação a Distância. Por mais de 40 anos de estudos, pesquisou as características e práticas adotadas no ensino da EAD, ao ressaltar sua imensa capacidade para democratizar a educação. A relevância das suas obras é de grande valor para o pensamento pedagógico contemporâneo sendo constantemente aprimoradas, estudadas e empregadas. Atualmente, o Dr. Professor Otto tem 95 anos, portanto, sua contribuição é imensa tendo escrito diversos livros e inúmeros artigos sobre os desafios, abordagens e desenvolvimento da EAD.

E, uma das suas muitas contribuições para a teoria da EAD foi sua renomeada e, plenamente conhecida monografia intitulada - A Educação a distância nas universidades e nas instituições de ensino superior: estrutura didática e análise comparativa – uma contribuição para a teoria da educação a distância (1967). Trata-se de uma dissertação de 45 páginas de sua primeira análise teórica sobre o ensino a distância, considerada pelo autor “como a forma mais industrializada de ensino e aprendizagem”.

Nas suas obras Didática do ensino a distância (2006) e A educação a distância em transição (2004), o autor faz uma análise da transição do ensino industrializado para o pós-moderno. Sob seu ponto de vista, nas décadas de 60 e 70, a EAD tinha características típicas das indústrias, com divisão de trabalho e economia de escala. O objetivo do empresário do campo da Educação era, basicamente, ter lucro e não, necessariamente, ter foco em educar. Para Peter, o “modelo fordista” necessitava ser superado.

A teoria de EAD apontada por Peters evidenciou claramente que sua aplicação deveria ser completamente diferente das escolas superiores tradicionais, inclusive, estruturalmente. Através de suas análises e estudos, abriu-se uma direção pela qual a EAD poderia se desenvolver através do estudo autônomo, no ambiente de aprendizagem digital, no estudo por contrato ao contemplar as concepções da aprendizagem aberta, das novas perspectivas e dimensões para a inovação da educação a distância globalmente.

Em 2006, ao fazer 80 anos, recebeu o Prêmio de Excelência do Conselho Internacional de Educação a Distância – ICDE – International Council for Distance Education, em Oslo, na Noruega, por toda sua trajetória de vida e dedicação aos estudos da Educação a Distância.

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Roberto Aparici

Roberto Aparici é doutorado em tecnologia educativa, comunicação educativa, comunicação e educação em rede e narrativa digital. É professor titular da UNED (Universidade Nacional de Educação a Distância) sediada em Madrid. Foi professor colaborador no MIT (Massachussets Institute of Technology).

É presidente do Conselho Mundial de Educação dos Media (World Council for Media Education). Dirige o Máster de Nuevas Tecnologías de la información. Este ilustre académico é internacionalmente reconhecido pelos seus estudos em educomunicação, cultura digital e transalfabetização.

Tem vários trabalhos publicados, entre os quais, o livro “Conectados no Ciberespaço” em coautoria com David Garcia Marin. Nesta obra, segundo, Aparici & Marin (2019) “a conexão e a participação através de redes sociais converteram-se nas principais atividades de jovens e de adultos. Este ato de comunicação no ciberespaço, permite que os internautas estabeleçam e desenvolvam diferentes tipos de relações, agrupando-se para a resolução de problemas, para a construção de conhecimento e para o desenvolvimento de novas formas de ócio e de entretenimento”. 

Noutro dos seus títulos, a “Educomunicacão: além de 2.0”, ele reúne, 15 especialistas da América latina e de Espanha para abordar temáticas inerentes à relação da educação/ comunicação no contexto de cultura digital. Para Parici (2011) existe uma aproximação das culturas populares às redes sociais e ao youtube e, neste sentido, alerta, que, paradoxalmente, as salas de aulas mantêm os modelos educativos tradicionais.

Num outro seu título publicado “A pós verdade: um mapeamento dos media, das redes e da política” o autor explora o fenómeno dos Media, para Aparici (2019) este constitui uma das principais ameaças à democracia atual, transformando cidadãos em consumidores de notícias e de falsas noticias (…). Questiona, ainda, a comunicação mediática e a prática jornalística por levarem à desconfiança, ao invés de darem contributos de conhecimento.

Na obra referida, o autor analisa e aprofunda as múltiplas faces da pós-verdade, numa reflexão sobre as suas implicações mediáticas, sociais, tecnológicas, filosóficas e políticas. A obra traça um mapeamento dos aspetos que explicam este fenómeno, examinando e analisando as formas que pode adquirir. Aborda, também, as diferentes estratégias e técnicas utilizadas pelos “poderes” para controlar e manipular os cidadãos. Esta obra, constitui um instrumento crítico e filosófico, em torno de um dos desafios mais urgentes neste contexto de pós verdade.

Aparici, fez-se notar no 12º Congresso Internacional de Educação a Distância, em 2005, no Brasil (Florianópolis) durante as exposições, Aparici “colidiu” com o especialista alemão Ulrich Bernath, este, apresentou a principal rede europeia de experiências em educação a distância (EaD), a EDEN, composta, maioritariamente, por experiências privadas, enquanto a apresentação de Roberto Aparici, tinha subjacente a vertente sociopedagógica em que a EaD está envolvida nos países em desenvolvimento. 

Na conformidade desses pressupostos e numa aparente provocação a Bernath (especialista em EaD), Roberto Aparici iniciou a sua apresentação referindo que, apesar de ser europeu, a sua opinião divergia, totalmente, da do especialista  alemão, proferindo que a "Europa e algumas universidades ainda têm uma mania colonizadora e, muitas vezes, a América Latina também, se coloca na posição de colonizada” e acrescentou que a “educação a distância está historicamente ligada à questão do acesso às Open Universities”  enfatizando que a " universidade pública não considera o aluno como um cliente, contudo, as privadas têm essa visão, deste modo, afastam a EaD da sua raiz democrática". Para Aparici, a EaD pode mudar a condição socio económica e, nessa medida, ele terá manifestado a sua vontade em incentivar os países em desenvolvimento a criarem os seus próprios modelos educativos. 

Ainda no âmbito pedagógico, Aparici, terá também deixado algumas notas de registo, nomeadamente, a pertinência da “inclusão digital social” e a importância de as plataformas de educação a distância valorizarem a imagem e o texto, como formas de conteúdo e, não, apenas, estes, serem utilizados, como adornos estéticos de conteúdos. Importa salientar que Aparici, neste evento, foi fortemente aplaudido pela sua intervenção.

No seu artigo intitulado Pedagogia digital, Aparici (2009) refere que a “introdução das tecnologias digitais no sistema educacional não significou uma mudança nos paradigmas de transmissão do conhecimento. Quase sempre, a introdução de tecnologias em sala de aula tem servido para reproduzir o conhecimento e a ideologia de uma disciplina de forma mais eficaz (…)”. O autor refere que as universidades, no entanto,  têm vindo a dedicar-se a reproduzir informações, em vez de ensinar a criar conhecimento e, acrescenta, “se queremos alunos e cidadãos como pensadores autónomos e independentes, é necessário transformar a pedagogia, os modelos de comunicação e os modelos de avaliação. Mas também, é preciso mudar a estrutura das instituições. Precisamos também, de mudar nossa forma de pensar a tecnologia, não a tratando apenas como uma ferramenta, mas como um artefacto que pode possibilitar novas formas de aprendizagem e produção de conhecimento. A tecnologia pode ser muito mais do que uma ferramenta que auxilia no processo ensino-aprendizagem. A tecnologia atual oferece mais possibilidades de mudança porque, ao contrário dos meios de comunicação anteriores, tem o potencial dos alunos participarem como colaboradores na construção do conhecimento” (Aparici,2009, p.84). 

No seu artigo, Mitos de la educación a distancia, Aparici (2002) já alertava para o risco potencial de se reproduzirem no ambiente virtual, os modelos tradicionais de sala de aula, “Temos verificado em muitas instituições (UNED) a tendência de repetir com novas tecnologias o que sempre foi feito sem elas”  e dá exemplos concretos,  como a tendência de reproduzir na tela do computador o mesmo texto encontrado num manual impresso quando com o uso criativo poderia ser realizado em multimédia” e  acrescenta também que, por vezes, neste modalidade, são reproduzidos os mesmos modelos  e dá outro exemplo, como a utilização do e-mail, quando recorremos a ele com a intenção de lhe dar um uso convencional”. (Aparici,2002, p.12)

Numa entrevista, que decorreu em 2020, para a  revista Letra Urbana , sobra a sua obra “A pós verdade: um mapeamento dos Mídias, das redes e da política” conjuntamente com o coautor David Marin, ele refere que “toda a informação é uma construção” e reconhece que a realidade apresentada no virtual pode ser ficcionada” e isto tem impacto a todos os níveis incluindo o académico, há que distinguir o texto do contexto.


 “A Educomunicação apresenta-nos uma filosofia e uma prática da educação e da comunicação fundamentadas no diálogo e na participação que não requer apenas tecnologias, requer também a mudança de atitudes e de conceções” (Parici, 2011).


Escolhemos este especialista na EaD por considerarmos que corresponde ao perfil pretendido, é, efetivamente, um perito conceituado na área, tem dedicado grande parte do seu percurso à investigação nesta vertente do ensino. Tem um reconhecimento inquestionável no seu país e também a nível internacional. Possui um curriculum admirável.

Pareceu-nos ter uma particular sensibilidade e consciência social. Tendo em conta que a EaD tem na sua génese, a intenção de fazer chegar o conhecimento a quem está mais isolado, tendo subjacente na sua matriz, o dar resposta na área da educação de modo acessível. Nesta conformidade, a EaD deverá cumprir uma função social pois tem iuma raiz democrática, segundo ele e isso, está muito patente no pensamento de Parici e na sua conduta, nas várias pesquisas que efetuámos constatámos, justamente isso. O seu interesse nos países em desenvolvimento é notório, querendo incentivar estes a criarem os seus próprios modelos educativos. O pensamento de Aparici é muito abrangente, no domínio da EaD e toca em todas as áreas que colidam com educação, fazendo incursões que vão desde as conceptualizações até aos modelos pedagógicos, passando por questões tecnológicas, políticas, culturais e sociais.

Frontal e polémico, este especialista questiona o facto de na EaD se utilizar as mesmas metodologias, como se pode ver no texto, temos tendência a utilizar as tecnologias com o mesmo pensamento que tínhamos antes delas. Alerta para os riscos de se reproduzirem em ambiente virtual os comportamentos tradicionais de sala de aula.

Acresce referir que não destrinçámos aqui as suas reflexões sobre os conceitos de eLearning, educação online, educação aberta, educação a distância online.


#ead #mpel #uab

 

Referências

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§  https://doi.org/10.15603/2176-1043/el.v12n19p80-94

§  https://en.wikipedia.org/wiki/Desmond_Keegan

§  https://lead.uab.pt/nova-coordenadora-cientifica-led-doutora-lina-morgado/

§  https://en.wikipedia.org/wiki/Otto_Peters

 

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Pioneiros Educação a Distância / 

Debate entre teóricos de EaD


Foi realizado um debate assíncrono sobre os cinco teóricos pioneiros em EaD.

1. Holmberg - Teoria da Conversação Didática guiada

2. Michael Moore - Teoria da Distância Transaccional

3. Otto Peters - Teoria da Industrialização

4. Terry Anderson - Teoria de EaD

5. Wedemeyer - Teoria do Estudo Independente



Painel Börje Holmberg

Equipa Adelina Nogueira / Ana Kruel / Maria João Alves / Sónia Lamas

Pedimos aos colegas que visualizem o vídeo que criamos: cliquem aqui, p.f.

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